segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

a troca

Não deu tempo nem de me acostumar com o estilo de jogo do Bobcats e as trocas agitaram os ares da Carolina do Norte.  E foi logo do cestinha da equipe, o ala-armador Jason Richardson que leva de carona o ala Jared Dudley e uma escolha na primeira rodada do próximo draft.


Os dois foram de mala e cuia para Phoenix. Jason Richardson vai para Arizona com a missão de dar mais movimentação, vitalidade e força para o ataque da equipe de Leandrinho Barbosa. Em troca o Suns envia para a Carolina do Norte o excepcional defensor Raja Bell, o ala-pivô francês Boris Diaw e o ala Sean Singletary.




Agora o Bobcats deve ganhar maior força defensiva, maior consistência e possibilidades de troca e experiência, fator que pode ajudar e muito o time. No ataque, os pontos serão mais distribuídos e aumenta a importância do trio Felton, Wallace e Okafor.

A troca foi boa para ambas equipes.


quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

por que Bobcats?

Meu grande amigo Caju é um fã fervoroso dos Lakers. Tanto que a foto do RG que ele tirou quando tinha uns 7 anos ele tirou com a camisa amarela do Lakers. Além de amigo, ele é o cara para conversar sobre NBA.


Ele acompanhou todo o processo de busca por um novo time. Tentou que me transformar em torcedor do Lakers, mas não quis. Quando contei que tinha escolhido o Bobcats ele fez uma cara de total surpresa. "Por que o Bobcats?", me perguntou.


Assumo que demorei um pouco para responder, escolhas como essas não são feitas racionalmente. Simplesmente se tem certeza. Mesmo assim aceitei o desafio que ele fez e parei para penser e tentar descobrir alguma explicação racional para a decisão emocional. Acho que achei alguns:



  1. Histórico - O time da Carolina do Norte tem uma breve história de apenas duas temporadas na NBA, o que me deixa mais próximo do time por ter acompanhado todo o surgimento do time

  2. Sean May e Raymond Felton – acompanho os dois desde a NCAA, quando fizeram um campeonato universitário espetacular pela North Carolina.

  3. Raymond Felton – ano passado o rapaz veio ao Brasil para um evento, o adidas nations, e não dava para ser mais simpático.

  4. Semelhança com o Sonics – A torcida de Charlotte passou por um processo recente muito parecido com o que passei quando o Hornetts saiu da cidade e foi para New Orleans.

  5. Juventude – O time tem muitos jogadores jovens: Raymond Felton, Okafor, Ajinca, DJ Augustin e Sean May.


Por tudo isso achei o meu time.


O Bobcats é o meu time.


Ele não tem a melhor campanha. Título? Por enquanto um sonho distante. Se chegar aos playoffs já será um grande feito. Mas e daí? Eu não torço para o time que vence mais. Eu torço para o meu time. Para quem tem a minha cara. Basquete é isso. É torcer, por um motivo e não torcer para quem ganha só porque é “mais fácil”. É gostar de basquete acima de tudo, é irmandade.


Só quero que o Bobcats ganhe um joguinho do Lakers, esse sim, será um título.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

achei o meu time!

Depois de muito procurar entre os 30 times da liga e assistir os dois primeiros meses de NBA sem um time para chamar de meu, eu achei.


Só podia ser ele.


Como eu sei? Quando você encontra, você sabe. É um sentimento diferente. É alguma coisa que parece que estava adormecida e quando se dá o estalo você se pergunta: “Nossa, como eu não tinha percebido isso antes!”.


M
eu time é o Charlotte Bobcats. Sim, o Bobcats.


Ele não é o time mais tradicional da liga (longe disso, só existem desde 2006), não tem títulos, estão vindo de uma temporada de desempenho ruim (32 v e 50d - 39%), mas nada disso importa quando tem certeza que achou seu time.