sábado, 15 de novembro de 2008

estou no draft

Passado o trauma, não vou parar de acompanhar a NBA. Mas acompanhar só por acompanhar, sem ter um time para torcer, para se animar com as vitórias ou ficar bravo nas derrotas, não tem a meno graça. O basquete é paixão, é torcer, é se envolver, é conversar com amigos e esperar o jogo que o time dele vai perder para o seu.

Então, agora, o grande passo é achar um novo time para torcer. Mas qual?

São 30 times. Cada um com uma personalidade diferente. Cada um com uma cara diferente. Cada um me lembra algum jogo emocionante.

Me sinto no draft, me sinto o Sonics na busca do melhor atleta dentre tantas opções. Tenho que admitir que é difícil, nunca passei por isso. Todos os times que torço vieram "automaticamente".

Estou procurando.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

a história do Seattle SuperSonics

Seattle SuperSonics
Fundação: 1967
Local: Seattle, Washignton
Arena: Key Arena
Campeonatos:
1979
Títulos de Conferência: 1978, 1979, 1996




Recordes na carreira
  • mais jogos - Gary Payton, 999 jogos
  • cestinha - Gary Payton, 18.907 pontos
  • garçon - Gary Payton, 7.384 assistências
  • 3 pontos - Rashard Lewis, 918 cestas
  • reboteiro - Jack Sikma, 7.729 rebotes
  • roubos - Gary Payton, 2.107 roubos de bola
  • tocos - Shawn Kemp, 959 tocos

Melhores Médias
  • cestinha - Ray Allen, 26.44 pontos por jogo
  • assistência - Lenny Wilkens, 9.02 assistências por jogo
  • 3 pontos - Ray Allen, 3.45 cestas de 3 por jogo
  • rebotes - Marvun Webster, 12.62 rebotes por jogo
  • roubos - Slick Watts, 2.47 roubos por jogo
  • tocos - Alton Lister, 2.09 tocos por jogo

Recordes em um só jogo

  • pontos: 58
    Fred Brown (vs Golden State Warriors em 1974)
  • rebotes: 30
    Jim Fox (vs Los Angeles Lakers em 1973)
  • assistências: 25
    Nate McMillan (vs Los Angeles Clippers em 1987)
  • roubos: 10
    Fred Brown (vs Philadelphia 76ers em 1976)
    Gus Williams (vs New Jersey Nets em 1978)
Distintivos


quarta-feira, 5 de novembro de 2008

o dia que fiquei orfão

O dia 02 de julho de 2008 era uma quarta-feira normal de trabalho quando abro o nba.com para acompanhar o mercado de negociações de pré-temporada, quando vejo que o rumor que vinha se arrastando fazia algum tempo se confirmaram: Seattle SuperSonics deixa a NBA.

A franquia foi comprada e vai para Oklahoma City, onde recebe novo nome, nova roupa, novo distintivo, novo mascote, novo estádio e nova torcida.

Para a nova casa leva todos os jogadores de Seattle e, mais importante, leva velhos fãs, como eu, a ficar sem chão, perdidos, sem um time na NBA.

Pode parecer exagero, já que sou brasileiro, moro em São Paulo, distante mais de 11 mil quilômetros de Seattle, nunca fui a Key Arena, mas isso não me fez sentir menos que os fãs locais, que assim como eu, estão órfãos de um dos times mais carismáticos que a NBA já teve.

Com certeza a cidade chora. Fãs pelo mundo sentem. A cidade que já tinha perdido Kurt Cobain no começo dos anos 90, agora perde o Sonics.

Uma pena.